Oitavo mercado petroquímico do mundo e o maior da América Latina, o Brasil também aparece entre os 15 maiores fabricantes de máquinas para este setor. As exportações totais dos produtos transformados de plástico do País registraram, de janeiro a setembro de 2008, US$1.055 milhões, correspondentes a 259 mil toneladas, apresentando um preço médio de US$ 4.073/ton. Em comparação com 2007, houve um crescimento de 19,3% em valor e um crescimento de 3,9% em peso.
Segundo a ABIPLAST, por blocos econômicos, as vendas externas se concentraram no Mercosul (34%), seguido dos demais países da Aladi (25%) e União Européia (13%). Os principais mercados foram a Argentina (27%), Estados Unidos (13%), Chile (7%), Venezuela (5%) e Países Baixos (Holanda) (5%). Os produtos transformados mais exportados foram os "filmes de BOPP'', os "laminados de outros plásticos, estratificados" e os "laminados de polímeros de etileno, não reforçados".
Já as importações totais no mesmo período registraram US$ 1.777 milhões, correspondentes a 357 mil toneladas, apresentando um preço médio de US$ 4.975/ton. Em comparação com o ano anterior, houve um crescimento de 35,5% em valor e um crescimento de 20,9% em peso. As importações tiveram origem na União Européia (32%), seguido da Ásia "exceto Oriente Médio" (26%) e Mercosul (16%) e os principais mercados foram os Estados Unidos (19%), China (13%), Argentina (11%), Alemanha (10%) e Itália (6%). Os produtos transformados mais importados foram os "garrafões, garrafas, frascos, artigos semelhantes"'', os "laminados auto-adesivos" e os "filmes de BOPP".