“Durante a Feira constatamos a confiança de todo o setor na evolução desta cadeia produtiva, dadas a quantidade e qualidade dos negócios realizados, de acordo com os relatos que recebemos dos expositores”, afirma Evaristo Nascimento, Diretor de Feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado.
Um indicador desses negócios pode ser verificado nas Rodadas Internacionais, realizadas durante o evento, que envolveram 10 compradores internacionais (importadores, distribuidores e representantes) de 10 diferentes países (África do Sul, Argentina, Chile, Costa Rica, Eslovênia, Espanha, Honduras, Paraguai, Polônia e Turquia) e 20 empresas brasileiras da indústria de máquinas e acessórios para a indústria do plástico. Foram realizados 84 contatos e a expectativa de negócios para os próximos 12 meses supera US$ 12 milhões. Essa quantia é quase 3 (três) vezes superior aos resultados obtidos na edição da Feira em 2007.
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BASF - “Positiva e surpreendente. Apenas duas palavras, mas que resumem a forma como o nosso time de executivos resume a edição 2009 da BRASILPLAST. Recebemos a visita de players importantes e a Feira aconteceu exatamente no momento de retomada dos negócios, numa feliz coincidência. Se em outros anos a roda da economia já estava em movimento e a BRASILPLAST servia para consolidar negócios, nessa edição foi diferente, a engrenagem foi acionada a partir da Feira. Nossos concorrentes perderam a oportunidade de estar aqui, só empresas que pensam no curto e também no longo prazo é que tomaram a decisão, como nós, de participar da Feira. Estamos aproveitando a oportunidade, o visitante ao invés de passar uma só vez no estande, nos visita pelo menos duas vezes” - Andreas Fleischhauer, diretor. |
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| BATTENFELD DO BRASIL - “Nós estamos plenamente satisfeitos com a visitação da Feira. Estavam todos pessimistas, mas a quantidade de visitantes na quarta e quinta-feira foi impressionante. Perto do que estava sendo esperado, houve pelo menos um crescimento de 50%. Por uma série de fatores, e o principal deles é o crescimento econômico que já está acontecendo. A BRASILPLAST ajudou bastante, trazendo potenciais clientes aos quais não tínhamos acesso. A Battenfeld fabrica máquinas injetoras de plástico. Nós lançamos a TMX Express, uma máquina para ser usada no setor de embalagens e de ciclo super rápido. Durante a Feira fechamos pelo menos negócios com seis máquinas, um número muito bom” - Ironi Fernandes, diretor-geral. |
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BRASKEM - “Durante os cinco dias da BRASILPLAST toda a diretoria da Braskem, incluindo o presidente, despachou de dentro da Feira. A empresa, líder em resinas termoplásticas na América Latina e com 19 plantas industriais no Brasil, apresentou em grande estilo no evento o plástico verde (polietileno) - a partir do eteno derivado do etanol da cana-de-açúcar, uma produção de 200 mil toneladas/ano, prevista para 2011. A Feira é a grande oportunidade para unir a cadeia produtiva e permite ao presidente da companhia estar em contato direto com todo o mercado. Otimizamos a agenda de reuniões e registramos a substancial presença de visitantes de outros países. Saímos da feira animados, com expectativa muito positiva” - Frank Alcântara, diretor de Marketing Institucional. |
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CARNEVALLI - “Ninguém escutou falar em crise aqui na Feira. O movimento de compradores em nosso estande foi tal que não demos conta de atender a todos. Fechamos vários negócios tanto no mercado nacional quanto internacional – com novos clientes do Chile, Venezuela, México. Recebemos telefonemas de clientes informando que viriam à Feira com a finalidade de comprar as nossas máquinas. Essa edição da BRASILPLAST foi igual ou mais forte do que as anteriores” - Wilson Carnevalli, presidente. |
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| GRUPO FURNAX - “É importante participar da BRASILPLAST porque a cada edição dá uma idéia para o público de interesse de como está a empresa, aumenta a visibilidade e a confiabilidade do parceiro comercial. É também uma grande oportunidade para os negócios, pois os compradores podem obter vantagens de preços pela presença de vários concorrentes”- Roberto Guarnieri, gerente comercial. |
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GRUPO ZN - “Conseguir espaço para expor na BRASILPLAST já foi algo muito positivo. Fechamos negócios, e não foram poucos, além de muitos contatos. O principal é que o visitante pertence a um nível qualificado. A presença no evento nos permite uma colocação melhor no mercado do plástico e expansão da nossa marca, porque estamos lado a lado com os maiores e mais importantes players do setor” - Thiago Zaude, gerente comercial e responsável pelo setor de importação e exportação |
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HIMACO - “Recebemos a visita de muitas empresas, boa parte de São Paulo e do interior, o que foi muito bom para nós que somos do Sul. Apresentamos dois novos lançamentos e temos a expectativa de realizar a venda de 50 máquinas" - Cristian Heinen, gerente comercial.
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MAQPLAS - “A BRASILPLAST teve um público muito bom. Muitos estrangeiros e brasileiros de todo o País. Alguns negócios foram fechados e muitos ainda devem ser durante a Feira. Superou as expectativas em função da crise. Existe o aspecto psicológico da crise. De repente você entra na Feira e vê um mundo onde as pessoas e máquinas estão trabalhando, é um outro cenário. Isso acaba motivando. Você começa a falar de trabalho, de negócios, e se sente capaz de tomar decisões. A Maqplas fabrica máquinas de corte e solda, e máquinas de acabamento. Durante a Feira foram vendidas pelo menos cinco máquinas. É um número que ainda vai aumentar” - Maristela Simões de Miranda, diretora comercial. |
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MILLIKEN CHEMICAL - “Conseguimos atingir os objetivos de divulgação na BRASILPLAST. Na Sala de Sensações, onde foram apresentadas as novas aplicações do clarificante Millad NX8000, realizamos mais de 30 reuniões com clientes, que puderam vivenciar a transparência de diversas embalagens produzidas em PP clarificado. Recebemos clientes de diversas partes do País e também da região Andina. Ficamos surpresos com a maior participação de visitantes finais na feira, o que foi muito oportuno para a Milliken. Claudia Kaari Sevo, Gerente de Desenvolvimento de Mercado. |
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NARITA - “Participamos há 15 anos da BRASILPLAST, que continua sendo a melhor feira para os nossos negócios. Realizamos a venda de 30 máquinas para os seguintes países: Angola, Argentina, Bolívia, Equador, Estados Unidos, Mexico, Paraguai e Venezuela” - Alessandro Carlo Angeli, diretor. |
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| PAVAN ZANETTI – “A BRASILPLAST é a Feira mais importante de todas que participamos. Neste ano, dou nota 10 à feira. Recebemos a visita de diversos clientes atuais e potenciais. Já fechamos alguns negócios. Nossos visitantes ficam sempre impressionados com as máquinas em nosso estande”. Paulo Sergio de Souza, executivo de vendas. |
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POLIMÁQUINAS - “Conseguimos realizar negócios de fato, inclusive com representantes de países da América Latina. O comprador veio para fechar negócios, interessados em produzir sacolas plásticas e embalagens em geral. A BRASILPLAST para nós é o carro-chefe porque tem foco no nosso negócio, é uma feira mais profissional e o principal é que não acaba aqui, o pós-feira é sempre muito produtivo para novos negócios” - Clovis Barbosa, gerente comercial. |
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| PRIMOTÉCNICA - “A Primotécnica fabrica máquinas para reciclagem de materiais plásticos. Durante a Feira lançamos um moinho para pneus. A BRASILPLAST foi muito visitada e por um público técnico bem focado, diferente dos anos passados. Geralmente se vende máquinas no pós-Feira. Desta vez concluímos negócio com cinco máquinas. Houve um aumento de cerca de 20% nos negócios em relação ao que foi realizado na última Feira. Além da venda de máquinas houve muitos pedidos de cotações. O mercado tende a crescer e melhorar, porque no começo do ano estava muito parado. Depois da Feira, isso vai dar um impulso. E já começou a melhorar” - Dante Casarotti, gerente comercial. |
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| PROFAMA - “Viemos com o objetivo de vendermos cinco unidades de máquinas. Já vendemos duas máquinas e temos mais quatro negócios para ser fechados” - Alessandro Dinis, executivo de vendas. |
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RHODIA - “Para nós foi muito boa a participação, fizemos vários contatos, além de recebermos nossos clientes. Mostramos dois novos produtos em plásticos de engenharia, o Technyl® A 11 V33 LP, criado para aplicação em bicos de injeção eletrônica de combustível que teve em seu desenvolvimento forte contribuição da área de P&D da empresa no Brasil, e o Technyl® A 218W V30 para aplicações em utensílios de cozinha e peças de sistemas de aquecimento” - Francisco Weffort, diretor da Rhodia Plásticos de Engenharia e Polímeros da América Latina. |
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ROMI - "Muito boa a Feira. Muitos bons negócios, com uma quantidade de visitantes espetacular. Acredito que o mercado está começando a melhorar. A BRASILPLAST foi muito boa mesmo" - Fábio Seabra, diretor de Comercialização de Máquinas para Plásticos.
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ROR - Rodofeli Máquinas - “Os nossos negócios ocorrem geralmente após a Feira. Nesta BRASILPLAST já temos 50 cotações solicitadas de compradores do Brasil, a maioria bastante interessada. Participamos da Feira desde 1997 porque consideramos ser a melhor do setor” - Eldon Jungbeck, sócio-gerente. |
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RULLI STANDARD - “A BRASILPLAST superou muito as nossas expectativas com cerca de 300 consultas, que poderão resultar em muitos negócios futuros” - Luis Carlos Rulli, gerente comercial.
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| SANDRETTO - “Fechamos muitos negócios nesta Feira. Nos próximos dias teremos um balanço completo” - Antonio Lopes, gerente comercial. |
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SUN CHEMICAL - “Praticamente a totalidade dos nossos clientes estiveram no estande, além de interessados em distribuir o produto. A Feira representou um reforço grande na relação com nossos parceiros. Outro ponto relevante é que esse encontro na Feira atende à diretriz da empresa que é fortalecer as relações com profissionais de todos os níveis – do chão de fábrica à diretoria” - Cristina Barros, coordenadora de Marketing da Sun Chemical do Brasil. |
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SUPER FINISHING - “A BRASILPLAST é uma das melhores feiras das quais nós participamos, extremamente técnica e longe dos estudantes e dos catadores de catálogos. A Feira ajuda a mostrar a qualidade do produto, seus benefícios e suas aplicações. Quem assina o cheque veio nos visitar, os proprietários das empresas clientes nos visitaram pessoalmente, interessados em selecionar fornecedores. Tivemos mais de 500 visitas de novos clientes, além daqueles que já fazem parte de nossa carteira” - Alberto Silva, diretor comercial.
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TIDLAND - “Apesar de nosso objetivo na feira ser institucional e de divulgação da marca, pois só fabricamos componentes sob medida e desenvolvidos juntos com os clientes, conseguimos engatilhar alguns negócios na BRASILPLAST” - Claudio Bock, diretor de Desenvolvimento de Mercado |
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VACCUM MACHINE – “A empresa fechou em menos de uma semana de feira, um ano de seu faturamento. Todo mundo estava contido e a Feira funcionou como uma alavanca. Conseguimos associar nossos produtos à necessidade do público que veio à Feira, além de encher os olhos desses visitantes. Desde o primeiro dia tivermos estande cheio e a freqüência foi de um público realmente decisor. Deixamos a BRASILPLAST com a certeza de que ou fechamos o faturamento de todo o ano ou triplicamos a fábrica” - Rui Katsuno, sócio-diretor.
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WITTMANN DO BRASIL - “A Feira superou em muito a minha expectativa. Estava pessimista e foi uma grande surpresa pelo que aconteceu. Imaginávamos clientes tradicionais e recebemos novos clientes, que estavam em busca de novas tecnologias para sobreviver no mercado. O cliente não busca tecnologia visando apenas produtividade. Num momento de crise e dificuldade você tem que achar soluções. A BRASILPLAST é um dos principais eventos do setor e também um lugar para podermos achar essas soluções. Fizemos contatos que geraram projetos que vamos preparar. Tivemos produtos expostos que foram vendidos. Os nossos objetivos foram plenamente alcançados” - Reinaldo Carmo Milito, diretor. |
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| WORTEX - “A Feira serve para conclusão, fechamento e engatilhamento de novos negócios. No nosso caso, 10% dos negócios da feira são fechados após um mês, 20% em até 3 meses e o restante entre 6 e 12 meses” - Paolo de Filippis, diretor. |
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